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O mercado de trabalho na Gastronomia.



Divulgação/Editorial
      A busca por aprimoramento e por cursos de Gastronomia vem crescendo a cada ano no Brasil. E fica em evidência o grande glamour que o mercado vem sendo apresentado, como alguns chefs renomados sendo conhecidos pelas pessoas, através de livros, pela TV ou até mesmo em grandes congressos gastronômicos realizados pelo país.
      Boa parte destes cursos tem de dois a quatro anos de estudos, sendo que se desenvolve em disciplinas teóricas e práticas, ao termino do curso o aluno já tem a oportunidade de gerenciar, administrar requintados pratos da cozinha nacional e internacional, e atuar em diversas áreas na no ramo alimentício.
      Saiba que para se tornar um chef é necessários horas em pé, alguns momentos de tensão, e muita garra, ah e não esquecer da faxina depois, pois o trabalho é grande, a responsabilidade também, mas nada é tão gratificante quanto apresentar um belo prato com a sua assinatura e no final receber os mais modestos elogios.
      De acordo com a Associação de Bares e Restaurantes (Abrasel), o mercado de gastronomia cresceu 10% nos últimos cinco anos. O ramo de atuação vai muito além do chef de cozinha - que cria pratos, planeja o cardápio e comanda a brigada do estabelecimento e pode trabalhar em restaurantes comerciais, navios, hotéis, bares e bufês.
      De acordo com o Guia da Profissões e Salários da Catho, a média salarial nacional para cozinheiros é de R$ 1.250. De acordo com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), a média para um chef de cozinha gira em torno de R$ 7.000,00, valor que pode chegar mais do que dobrar no caso de chefs mais experientes e relevantes.